quinta-feira, 27 de junho de 2013

PETROBRAS / PASSADENA

Londrina, 27 de junho de 2013. 

Caso PETROBRAS/PASADENA faz MENSALÃO precisar ser julgado no tribunal de pequenas causas.


Devido a vários escândalos de corrupção e políticos, a população saiu às ruas para protestar sobre diversos assuntos de desmandos, de injustiças e farra governamental. Todavia, um caso, ainda "verde" na mídia, está começando a despontar no cenário nacional como sendo um dos maiores esquemas de corrupção, peculato e desvios de dinheiro publico jamais visto no BRASIL, o caso PASSADENA/PETROBRAS.


Ainda no governo do Sr. LULA da Silva, em 2005 a empresa Belga Astra Oil Company, adquiriu a refinaria Pasadena - Texas pela quantia de U$42,5 milhões e em Setembro de 2006 vendeu 50% da mesma à Petrobras - Brasil pela bagatela de U$360 milhões, isso mesmo minha gente!......8 vezes mais pela METADE da empresa, e não obstante o ocorrido, já premeditando um golpe ainda maior, a Astra Oil ainda ajuizou uma ação contra a Petrobras, por motivos escusos e ignorados e que veio a ser acordado judicialmente o pagamento de U$820 milhões pelos outros 50%, saindo então a Astra Oil da sociedade e deixando o Brasil  único acionista da refinaria Pasadena. Ou seja, em 2007 a Petrobras era dona de uma empresa que custou aos cofres públicos a quantia de U$1, 180 Bilhão (estamos falando em dólares) adquirida em 2005, 2 anos antes por U$42,5 milhões.

 

Atolados na lama até o pescoço, o atual ministro da fazenda Guido Mantega e, coincidentemente, atual Presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Almir Guilherme Barbassa, diretor financeiro da empresa e presidente da da Petrobras International Finance Co., Nestor Cerveró, diretor financeiro da BR Distribuidora e pasmem!!!.....adivinha quem mais?.......SIM, ela mesma, a PresidentA DILMA ROSSEFF, que na época, era a Presidente do Conselho de Administração da Petrobras, cargo este ocupado hoje pelo Ministro Mantega, que mesmo posicionando-se contrária à negociação, foi obrigada a aceitar, devido à pressão feita por LULA. Não seria uma relação muito obvia para indiciar todos eles no esquema Bilionário?           

Qualquer ser humano dotado de sanidade mental e inteligencia para assumir um cargo de direção da Petrobras, poderia cogitar a autorização de uma negociação tão lesiva aos cofres publicos se não houvesse interesses por tras de tanta tramoia.

Portanto meus amigos, o rombo nos cofres publicos é bem maior que imaginávamos, e eu tenho dito isso a muito tempo, como que se o Mensalão tivesse sido o "boi de piranha" para despistar os focos do que realmente era vultuoso no grande esquema montado pelo PT e partidos aliados para saquear o pais de uma vez por todas. Sem contar outras tantas como a venda da Telemig ao filho do então Presidente Lula, outro fato não explicado até hoje. 

Graça Foster  atual presidente da Petrobras

Este mês, mais precisamente dia 14 de junho, noticias veiculadas informaram que a Petrobras teve sua Certidão Negativa de Débitos (CND) cancelada devido a uma divida de R$7,3 BILHÕES atualizado, divida essa, estratosférica, capaz de quebrar a Petrobras, caso tenha que ser paga, segundo a procuradoria do Estado do Rio de Janeiro, sem contar que levaria ao caos o mercado de ações no Brasil. Existe a tendencia negocial sugerido pelo Ministério Publico federal tramitado no Tribunal Federal Regional da Segunda Região - RJ, de que esta divida desa suspensa e anistiada. Pasmem!!!!!......anistiada?........ Se fosse uma empresa privada, tal situação sequer seria colocada em discussão?


Ou seja, a tão importante estatal brasileira jogada aos porcos, depois de tanta luta em não privatiza-la, oque seria, talvez, a solução para cessar  a roubalheira, ou ao menos diminuir, pois seria uma empresa  a menos que a quadrilha PT teria acesso.
Ou o Brasil e os Brasileiros na rua peçam que se dê nome aos bois, ou então continuaremos dando às piranhas os bois mais fracos e sem raça para que sejam devorados, enquanto os mais fortes e poderosos desfilam livremente em seus cargos intocáveis.

Vamos ver onde vai dar tudo isso.

Carlos Henrique Castoldo.

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